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Estratégias

Supply chain se reinventa para dar mais competitividade aos clientes

Na SAP, conta a Head de Digital Supply Chain no Brasil, Ellen Bremm, as cadeias de suprimentos viabilizam empresas resilientes, conectadas e sustentáveis.

A estrutura das cadeias de suprimentos sofreu impactos irreversíveis após a pandemia da Covid-19. As disrupções decorrentes dessa transformação atingiram diversos setores, acelerando a decisão de empresas quanto ao início da jornada da digitalização.

No âmbito das redes de fornecedores, os desafios são constantes, e o caminho escolhido para a gestão dessas cadeias é fundamental para que elas sejam reconhecidas como fonte de força ou foco de vulnerabilidades. No SAP Sapphire 2022, Ellen Bremm, Head de Digital Supply Chain na SAP Brasil, ressaltou em entrevista à Agência SAP que a digitalização é essencial às empresas.

“Acreditamos fortemente que as empresas prosperam por meio da digitalização de suas operações e viabilizam vantagens competitivas não somente para os seus negócios, mas para toda a sua rede. As empresas digitais não apenas reagem, elas se antecipam e se adaptam antes que as disrupções aconteçam, para reduzir os custos e continuar a oferecer um ótimo serviço aos seus clientes”, disse Bremm.

Em cadeias de suprimentos, as soluções da SAP buscam apoiar as organizações a estabelecerem estruturas resilientes, conectadas e sustentáveis. Para isso, a SAP oferece uma plataforma completa e integrada, que engloba desde o momento da concepção de produtos até a realização dos serviços em campo.


Segundo Ellen Bremm, na SAP, a jornada da digitalização na cadeia de suprimentos está respaldada por quatro princípios-chave. No primeiro estágio, está a sincronização do planejamento de toda a empresa.

“Integramos a entrada dos pedidos dos clientes com sinais de demanda, finanças, vendas, serviços e logística em todas as etapas da sua operação e da cadeia de suprimentos. O impacto é a melhora da velocidade e da capacidade de resposta”, detalhou Bremm.

A etapa seguinte está relacionada à reinvenção de produtos e serviços. A executiva comentou que isso se materializa com ativos inteligentes, processo e práticas recomendadas na Indústria 4.0. Esses elementos aumentam a eficiência do processo produtivo, permitindo uma adaptação mais ágil frente à mudança de prioridades e demandas.

Outro fator primordial é a operacionalização da sustentabilidade. Ellen Bremm explicou que as cadeias de fornecedores precisam estar aptas a incorporar práticas éticas e atividades de produção sustentável,
desde o projeto à operação, “para atingir mais rapidamente as metas de cada organização com relação a pegada de carbono, saúde, segurança dos funcionários e reutilização de recursos.”

A transformação das cadeias de suprimentos também inclui o processo colaborativo com os parceiros. O objetivo, segundo a executiva da SAP Brasil, é atuar com uma rede de negócios unificada, para tornar os fluxos de trabalho mais dinâmicos.

“É preciso redefinir a colaboração com os parceiros comerciais, conectando todos os fornecedores de suprimentos, logística e gerenciamento de ativos em uma rede de negócios unificada. Essa rede deve usar fluxos de trabalho dinâmicos e dados em tempo real para aumentar o ritmo dos negócios”, complementou a Head de Digital Supply Chain na SAP Brasil.

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