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Telecom

EUA correm para não ficar para trás no 6G

A Comissão Federal de Comunicações (FCC) reiniciou os trabalhos para discutir a implantação do 6G. Uma nova reunião está agendada para o dia 28 de fevereiro. Um dos objetivos das discussões é criar métodos capazes de restauar o acesso à Internet em casos de interrupção, uma vez que a Rede Mundial é cada vez mais estratégica na competitividade global.

O Conselho Consultivo Tecnológico (TAC) terá como líder, o  ex-executivo da Qualcomm, Dean Brenner, mas conta com a participação de executivos de fornecedores como a Microsoft, e de operadoras dos Estados Unidos. No total, o TAC reúne 44 conselheiros.

A presidente da FCC, Jessica Rosenworcel, enfatizou a importância de os EUA estarem na vanguarda do “avanço da P&D ambiciosa do 6G”. Também observou a necessidade de mais espectro” e as fragilidades da cadeia de suprimentos como pontos que exigem a atenção do setor e da FCC.

A celeridade em voltar a discutir o 6G tem justificativa. Os Estados Unidos perderam a liderança do 5G para a China e correm o risco de ficarem para trás também na próxima geração da telefonia móvel. O governo chinês projeta ter rede comercial 6G em 2030, com capacidade para conectar dispositivos extremamente complexos, como carros automatizados e veículos voadores, além de permitir hologramas em tempo real. Expectativa é que o 6G venha ser até 100 vezes mais rápido do que o 5G, alcançando velocidades de 206,25 gigabits por segundo.


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