Telecom

Vivo contrata OpenShift, da Red Hat, para modernizar infraestrutura de nuvem e atenta aos serviços IA

Tele vai migrar máquinas virtuais legadas de TI para uma plataforma cloud-native comum, para ampliar a oferta de serviços digitais seguros aos seus clientes.

A Vivo, da Telefónica Brasil, contratou a Red Hat para migrar o seu ambiente de produção de TI do barramento de serviços críticos para o negócio, antes baseado em virtualização legada, para o Red Hat OpenShift. Essa mudança estratégica oferece à operadora uma base ágil e escalável para suas cargas de trabalho específicas de TI, resultando em uma redução de 99% no tempo de escalabilidade de recursos e de 95% no consumo de armazenamento.

Diante da pressão para reduzir despesas operacionais (OpEx), a Vivo buscou eliminar a complexidade e os custos crescentes associados à sua infraestrutura de virtualização legada. Ao padronizar sua operação no Red Hat OpenShift, baseada em Kubernetes, a companhia unificou a gestão de aplicações modernas cloud-native com as cargas de trabalho remanescentes em máquinas virtuais (VMs) de TI em uma única plataforma mais consistente.

Para Gino Grano, vice-presidente global do segmento de Provedores de Serviços de Comunicação nas Américas, Red Hat a iniciativa representa uma prática inovadora no ecossistema brasileiro de telco, “A Vivo é um exemplo claro de ‘techco’ visionária que reconhece a virtualização legada como um possível obstáculo à agilidade e à eficiência de custos exigidas por sua transformação”, diz.

Além dos ganhos imediatos de eficiência, essa transição impulsiona a Vivo rumo a operações inteligentes e autônomas. Ao eliminar as restrições da virtualização legada em sua stack de TI, a empresa construiu um ambiente preparado para modelos de IA especializados, capazes de otimizar ainda mais o desempenho de back-office e a eficiência dos sistemas.

Os valores do contrato não foram revelados pelas partes.


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