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Sistema cruza dados da Receita, PF e Justiça sobre pessoas e empresas, mas só juízes têm acesso

De acesso exclusivo a magistrados, ferramenta permite consulta por nome, CPF, data de nascimento, nome da mãe, endereços, telefones, CNPJ e vínculos com terceiros.

O Conselho Nacional de Justiça lançou a Consulta Nacional de Pessoas, uma ferramenta que cruza bases de dados para reunir em um único ambiente informações sobre pessoas físicas e jurídicas para uso exclusivo de magistradas e magistrados.

A plataforma conecta bases da Receita Federal, Polícia Federal, Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU) e sistemas de processo eletrônico e possibilita, em poucos segundos, a visualização de informações completas sobre indivíduos e empresas envolvidos em processos. Entre os dados consolidados estão nome, CPF, data de nascimento, nome da mãe, endereços, telefones, CNPJ e vínculos com terceiros.

Um dos destaques é o acesso à Folha de Antecedentes Criminais (FAC), obtida por meio da parceria entre CNJ e Polícia Federal. A ferramenta, desenvolvida no âmbito do Programa Justiça 4.0 em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, está disponível exclusivamente a magistrados e magistradas via portal Jus.br.

Para o juiz auxiliar da Presidência do CNJ e coordenador da iniciativa, João Thiago de França Guerra, a Consulta Nacional de Pessoas representa um avanço tecnológico relevante.

“A ferramenta promove a integração de múltiplas bases em um único ambiente, ampliando a precisão e a eficiência na verificação das informações. O serviço permite pesquisas combinando CPF/CNPJ, data de nascimento, nome, nome da mãe e outros documentos, apresentando retorno consolidado independentemente da posição da pessoa no processo”, destacou.


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